Numa conversa de 45 minutos eu acho por onde escapa dinheiro na sua firma — o orçamento que ninguém puxou de volta, o cliente que ficou sem resposta, a operação que só anda quando você está dentro. Depois eu conserto: pra sua empresa voltar a rodar sem depender da sua cabeça — e você poder sumir uns dias sem ela parar. Feito por quem põe a mão, não por quem manda PDF e some.
O cliente pede, você capricha, manda… e ninguém puxa de volta. Aí ele fecha com o concorrente que faz pior que você — só porque respondeu primeiro.
A mensagem chega às 9h e é respondida às 18h — quando dá. O cara estava quente pra fechar; esfriou e foi embora com o dinheiro dele.
O processo funciona porque VOCÊ lembra. Saiu de férias, quebrou. Isso não é operação — é memória.
A agência que mandou um PDF caprichado, cobrou e sumiu. O vendedor de “sistema” que escondeu o que ia te cobrar lá na frente. O “especialista em IA” que surfava a moda e nunca pisou numa operação como a sua.
Não é você que não resolve o vazamento — é que te venderam ferramenta e apresentação, não conserto. Por isso aqui a ordem é invertida: você vê exatamente onde perde dinheiro antes de pagar um centavo, e o preço vem fechado, sem nada aparecendo depois. O mapa é seu mesmo que a gente nunca mais se fale.
45 minutos, no seu WhatsApp. A gente mapeia sua operação de ponta a ponta — de onde o cliente chega até o dinheiro cair — e te mostra onde está vazando. Sua parte é responder; o peso é nosso.
Sem pacote de prateleira. A gente desenha o conserto exato do SEU gargalo — pode ser um follow-up automático, um sistema de gestão, um atendente que responde sozinho. Se o conserto é pequeno, a proposta é pequena. Você aprova o preço antes.
Não entrego relatório e sumo: eu construo, instalo, deixo rodando na sua mão (e da sua equipe, se você tiver) e acompanho o número mudar. No fim, a operação roda sem depender da sua cabeça — e você volta a poder viajar sem a firma parar.
Sou João Vitor Lottermann. Você já foi tratado como número por quem prometeu te ajudar e sumiu — comigo é o contrário. Não tem gerente de contas, não tem júnior atendendo por mim: quem faz o diagnóstico, desenha o plano e responde pelo resultado sou eu. Estou começando — e é justamente por isso que você não vai ser mais um contrato numa esteira: vai ser um dos primeiros nomes que eu faço questão de fazer dar certo, porque o meu nome só cresce se o seu resultado for real.
— João Vitor Lottermann · diagnóstico e implementação
Advogado ou serralheiro, o buraco é o mesmo: o cliente chega e fica sem resposta. Meu primeiro caso rodando hoje é um escritório de advocacia que perdia gente por demora — agora tem um atendente no WhatsApp que responde na hora e já vê se é comprador de verdade, e um painel onde nenhum contato cai no esquecimento.
É isso que a gente entrega — não uma apresentação bonita, o sistema real funcionando na sua operação.
◆ Piloto documentado de ponta a ponta — te mostro rodando ao vivo na reuniãoO exemplo ao lado é ilustrativo — conversa e nomes fictícios. O caso real eu te mostro rodando, ao vivo, na reunião.
Orçamento que demora 2 dias pra sair → follow-up automático + orçamento em horas
Contrato vencendo sem ninguém ver → renovação e agenda automatizadas
Obra parada esperando resposta → esteira de status que cobra sozinha
Paciente confirma e falta → lembrete inteligente + lista de encaixe
Carrinho abandonado sem resgate → fluxo que vende de volta
Cliente esperando retorno que não vem → atendimento + CRM 24/7
Não achou o seu ramo? Melhor ainda. O diagnóstico é sob medida justamente porque cada operação trava num lugar diferente — é isso que a gente encontra.
Três números que você sabe de cabeça. É só uma estimativa de ordem de grandeza — o valor real, a gente calcula junto no diagnóstico.
é a faixa de venda que pode estar escapando quando o orçamento esfria — 7 de 10 ficam sem um segundo contato. Pense em quantos serviços por mês é isso, saindo de bandeja pro concorrente.
Quero saber o número real →* Ordem de grandeza, não promessa. Considera que uma fatia pequena dos orçamentos frios (8–15%) fecharia com follow-up. O diagnóstico calcula o número da SUA operação.
Depende do tamanho do conserto — mas pra você não perder tempo: a maioria começa na casa de alguns milhares de reais, não de dezenas de milhares. A gente busca a menor intervenção que resolve o gargalo que mais sangra, e você recebe proposta com preço fechado antes de qualquer compromisso. O que você vai pagar está todo ali — nada aparece depois.
É grátis e não tem pegadinha — tem estratégia, e ela é transparente: a gente aposta que, vendo o mapa do que está errado, parte dos donos vai querer que a gente execute o conserto. Quem não quiser, leva o mapa e faz sozinho. Você sai com os pontos onde mais perde dinheiro, uma estimativa do quanto, e o próximo passo de cada um.
Seus dados são seus. Ponto. A gente trabalha com instância isolada — sua operação não se mistura com a de ninguém, e você é dono de tudo que a gente monta. E no diagnóstico a gente não toca em nada: só olha e conversa. Acesso, só quando você decidir e do jeito que você controlar.
Não. A gente não é apaixonado por IA — é apaixonado por operação que funciona. Às vezes o conserto é IA; às vezes é uma automação simples; às vezes é só um processo que faltava. A gente usa o que resolve, não o que está na moda. Nosso trabalho é o resultado, não a ferramenta.
Ele responde no seu tom, com as suas informações — e o que não sabe, não inventa: te passa pra você resolver. No exemplo da serralheria ali em cima, ele anota o pedido e o endereço e deixa o preço final com você. Antes de ir pro ar, você lê e ajusta até ficar com a sua cara — ninguém fala com seu cliente de um jeito que você não aprovou.
Não. Agência te vende tráfego; a gente conserta o balde. Anunciar antes de tapar o vazamento é jogar dinheiro em balde furado — primeiro a operação segura o cliente que já chega.
Se você tem clientes chegando e sente que perde negócio por desorganização, demora ou falta de follow-up — serve. Nosso foco é a PME que as agências ignoram: quem precisa de operação funcionando, não de PowerPoint.
45 minutos, no seu WhatsApp. Você sai com o mapa do que está travando sua empresa.
Quem responde é o João Vitor Lottermann — em pessoa, não um júnior.